Educação
Infantil
" O nascimento do pensamento
é igual ao nascimento de uma criança:
tudo começa com um ato de amor.
Uma semente há de ser depositada no ventre vazio.
E a semente do pensamento é o sonho.
Por isso os educadores,
antes de serem especialistas em ferramentas do saber,
deveriam ser especialistas em amor:
intérpretes de sonhos."
( Rubem Alves )
domingo, 1 de maio de 2011
M A T R O G I N Á S T I C A
SUGESTÃO DE GINCANA E ATIVIDADES PARA O DIA DAS MÃES
M A T R O G I N Á S T I C A
A palavra MATRO vem do Latim "Mater" que significa mãe. Dessa forma entende-se por Matroginástica, uma ginástica entre a mãe e seus filhos, na qual os demais membros da família são envolvidos também em exercícios fáceis e simples, sem a necessidade de materiais e equipamentos, valendo-se só pela cooperação mútua. O tempo de duração de uma sessão de matroginástica varia entre 30 a 60 minutos.
A palavra MATRO vem do Latim "Mater" que significa mãe. Dessa forma entende-se por Matroginástica, uma ginástica entre a mãe e seus filhos, na qual os demais membros da família são envolvidos também em exercícios fáceis e simples, sem a necessidade de materiais e equipamentos, valendo-se só pela cooperação mútua. O tempo de duração de uma sessão de matroginástica varia entre 30 a 60 minutos.
OBJETIVOS
1 - Favorecer a adaptação da criança ao meio ambiente com a ajuda da mãe e/ou outros membros da família nos exercícios, contribuindo para o seu desenvolvimento psicomotor.
2 - Possibilita maior relacionamento entre os membros da família por meio do movimento físico.
3 - Dar oportunidade aos membros da família de se formarem elementos ativos dentro do programa de Educação Física e simultaneamente da escola.
2 - Possibilita maior relacionamento entre os membros da família por meio do movimento físico.
3 - Dar oportunidade aos membros da família de se formarem elementos ativos dentro do programa de Educação Física e simultaneamente da escola.
ONDE UTILIZAR?
A matroginástica pode ser aplicada em ocasiões especiais, como: dia das mães, atividade de início ou término de ano letivo, datas comemorativas, último dia de uma colônia de férias etc.
MATERIAIS ESSENCIAIS
A matroginástica pode ser realizada com ou sem materiais, porém, alguns são imprescindíveis para a sua realização:
- Palco ou Tablado
- Equipamento de som completo (caixa de som, toca - CD, microfone).
- Repertorio de músicas previamente selecionadas.
MATROGINÁSTICA COM A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS
Além dos materiais citados acima, podem-se utilizar outros, tais como: Bexiga, Jornais, Bastões, Cordas e Instrumentos de percussão.
EXEMPLO DE MOVIMENTOS NA MATROGINÁSTICA
Obs.: Podem ser executados com e sem materiais.
* Formar grupos de 4 pessoas, um será o pai, a mãe, o filho, a filha (formando uma família);
* Caminhar por toda parte de mãos dadas conhecendo outras famílias;
* Pai e mãe sentados um de frente ao outro de pernas abertas e os filhos deverão saltitar por todos os outros pais;
* Idem ao anterior, mas agora os filhos ficam sentados;
* Filhos sentados, pais passam por cima;
* Pai e mãe sentados, filhos passam por cima;
* Pai e mãe em pé e com as pernas afastadas, filhos passam por baixo das pernas;
* Todos juntos sentados, brincado e batendo palmas;
* Filhos sobem nas costas dos pais, imitando cavalo e cavaleiro;
* Pai, mãe, irmão; carregam a irmã/troca-se até todos participarem;
* Pai e filha, mãe e filho, dançando no grande baile, e na quadrilha.
A terapia do abraço
Abraçar faz bem à saúde!“Terapia do Abraço”, uma forma de tratamento que utiliza o abraço.
“Um abraço faz com que você se sinta bem o dia todo”, garante. Mas o verdadeiro abraço é a expressão de uma disponibilidade interior para acolher os outros com que nos encontramos pelos caminhos da vida. Uma forma simples de oferecer apoio, ajuda. É uma terapia que se baseia na criança que nos habita. No lado espontâneo, irracional, instintivo, que existe em cada um de nós. E abraçar bem é algo que se aprende. Psiquiatra americana Kathleen Keating Schloessinger
Quem tem pouca auto-estima tem dificuldade em abraçar. Para abraçar, não é preciso haver atração física. E um abraço fisicamente íntimo nunca substituirá um bom abraço terapêutico. Kathleen aconselha: “Abrace frequentemente os seus filhos, a sua mulher, o seu marido, os seus amigos. Veja como um dia cheio de abraços lhe pode trazer bem-estar, autoestima e serenidade.
Abraçar faz bem à saúde!“Terapia do Abraço”, uma forma de tratamento que utiliza o abraço.
“Um abraço faz com que você se sinta bem o dia todo”, garante. Mas o verdadeiro abraço é a expressão de uma disponibilidade interior para acolher os outros com que nos encontramos pelos caminhos da vida. Uma forma simples de oferecer apoio, ajuda. É uma terapia que se baseia na criança que nos habita. No lado espontâneo, irracional, instintivo, que existe em cada um de nós. E abraçar bem é algo que se aprende. Psiquiatra americana Kathleen Keating Schloessinger
Quem tem pouca auto-estima tem dificuldade em abraçar. Para abraçar, não é preciso haver atração física. E um abraço fisicamente íntimo nunca substituirá um bom abraço terapêutico. Kathleen aconselha: “Abrace frequentemente os seus filhos, a sua mulher, o seu marido, os seus amigos. Veja como um dia cheio de abraços lhe pode trazer bem-estar, autoestima e serenidade.
ABRAÇAR SEUS FILHOS (AS)
CAMPANHA DO ABRAÇO:
“Você tem um minuto para um abraço?”
Saiba o quanto um abraço é importante…
Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver…
Precisamos de oito abraços por dia para nos manter…
Precisamos de doze abraços por dia para crescer…
ABRAÇAR, é saudável, ajuda o sistema imunológico.
Cura a depressão, reduz o stress, induz o sono, é revigorante.
Rejuvenesce, não tem efeitos colaterais indesejáveis,
E é nada menos, que um remédio milagroso.
ABRAÇAR, é totalmente natural.
É orgânico, naturalmente doce,
Não contém conservantes, não contém ingredientes artificiais,
É 100% integral e não engorda.
ABRAÇAR, é praticamente perfeito.
Não parte imóveis, não tem baterias que acabam,
Não necessita de catchup periódicos,
Requer consumo de energia,
Não exige seguro, não exige prestações;
Não poluente e é claro completamente retornáveis.
Atividade 1
Amarra-se um barbante aos dois braços da mãe, em seguida faz-se o mesmo com seu filho(a), só que o barbante da mãe entrelaça-se com o da criança.
Mãe e filhos presos com a corda: verificar se dentro do tempo estabelecido (10 min) se conseguiram se separar.
Atividade 2
Para esta brincadeira usamos um tapete ou TNT onde caibam 6 pessoas (mães e filhos) em cima dele. Estas pessoas tem que virar o tapete do lado avesso sem sair de cima dele.
Atividade 3
Dividir as pessoas presentes em grupos de 10 ou 15 (depende do tamanho da escola e quantidade de pessoas presentes) Todos dão as mãos e forma um círculo. Uma das pessoas fica virada para o lado de fora, o grupo tem que tentar fazer esta pessoa ficar virada para o lado de dentro. (Obs.: é valido mesmo que os braços fiquem cruzados ao final). Importante: não pode soltar as mãos de forma alguma.
Atividade 4
CAMPANHA DO ABRAÇO:
“Você tem um minuto para um abraço?”
Saiba o quanto um abraço é importante…
Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver…
Precisamos de oito abraços por dia para nos manter…
Precisamos de doze abraços por dia para crescer…
ABRAÇAR, é saudável, ajuda o sistema imunológico.
Cura a depressão, reduz o stress, induz o sono, é revigorante.
Rejuvenesce, não tem efeitos colaterais indesejáveis,
E é nada menos, que um remédio milagroso.
ABRAÇAR, é totalmente natural.
É orgânico, naturalmente doce,
Não contém conservantes, não contém ingredientes artificiais,
É 100% integral e não engorda.
ABRAÇAR, é praticamente perfeito.
Não parte imóveis, não tem baterias que acabam,
Não necessita de catchup periódicos,
Requer consumo de energia,
Não exige seguro, não exige prestações;
Não poluente e é claro completamente retornáveis.
Atividade 1
Amarra-se um barbante aos dois braços da mãe, em seguida faz-se o mesmo com seu filho(a), só que o barbante da mãe entrelaça-se com o da criança.
Mãe e filhos presos com a corda: verificar se dentro do tempo estabelecido (10 min) se conseguiram se separar.
Atividade 2
Para esta brincadeira usamos um tapete ou TNT onde caibam 6 pessoas (mães e filhos) em cima dele. Estas pessoas tem que virar o tapete do lado avesso sem sair de cima dele.
Atividade 3
Dividir as pessoas presentes em grupos de 10 ou 15 (depende do tamanho da escola e quantidade de pessoas presentes) Todos dão as mãos e forma um círculo. Uma das pessoas fica virada para o lado de fora, o grupo tem que tentar fazer esta pessoa ficar virada para o lado de dentro. (Obs.: é valido mesmo que os braços fiquem cruzados ao final). Importante: não pode soltar as mãos de forma alguma.
Atividade 4
Selecione objetos fáceis de encontrar no local onde será realizada a gincana, por exemplo:(TIJOLO); (PÃO); (SAL); (FORMIGA); (CHAVE); (OVO); (DINHEIRO); (ÁGUA); (ANEL); (CINTO); (TERRA); (RAIZ); (SANDÁLIA);
-uma pessoa que esteja vestida com uma blusa que tenha um furo debaixo do braço;
-uma pessoa que saiba falar uma frase em língua estrangeira;
-a pessoa mais alta;
-uma pessoa de sapato azul, vermelho, roxo;
-uma pessoa de chapéu;
-qualquer objeto de cor específica vermelha, verde, azul;
-Uma pessoa (da equipe ou não) com o cabelo mais comprido;
-Uma pessoa (da equipe ou não) com o maior pé;
-A pessoa (da equipe ou não) mais velha;
-Mamãe com o maior número de filhos;
Deixe claro na prova que não poderá pregar coisas com o pessoal da cozinha.
Desenvolvimento: Divida a turma em equipes. Faça uma fila com cada time (mãe e criança junto), assim, somente o primeiro da fila irá procurar o objeto, até que todos tenham chance de participar. Se os componentes da fila possuir algum dos objetos, pode ser dado ao 1º da fila.
Ganha pontos para o seu time o primeiro que retornar com o objeto pedido; você pode dar pontos também para os demais que conseguirem o objeto até um determinado tempo.
Use um apito para avisar que o objeto já foi achado ou que o tempo terminou.
Atividade 5
Letra igual nome e elogio
Uma mãe vai para o centro da roda, dá as duas mãos ao seu filho(a) se colocando a frente dele e diz:
"(nome do filho) eu gosto de você por que você é..." e um adjetivo que comece com a mesma letra do nome do seu filho.
A mãe seguinte (seguindo o sentido horário) vai para o centro da roda e recomeça o jogo. Aquela que estava no centro da roda anteriormente, volta para seu lugar na roda, mas senta-se no chão, para que todos saibam que ela já brincou.
Atividade 6
Montar um painel na entrada dos pais e uma caneta fixada em um barbante com os seguintes dizeres: “Deixe um recado para seu filho(a).
No final da festa alguém responsável retira e lê como mensagem de encerramento.
Atividade 7
Exposição de Arte com jornais
Um bom início para esta atividade montar grupos onde as famílias já se conheçam, mesmo que seja só de vista (entrada e saída das crianças) e buscar montar algo que lembre de momentos agradáveis que cada um partilhou com sua família, ou em que situações ficou marcada. Dessas recordações poderão surgir idéias que inspirem a criação de uma obra de arte que represente aquilo que o grupo eleger como mais interessante ou significativo. Essa atividade é lúdica e prazerosa e a equipe poderá dar asas à imaginação! Essa criação será especial feita a várias mãos, uma obra coletiva, pois deverá ser feita pelos alunos junto com seus pais. Será uma oportunidade única para fazer fluir essa sinergia que existe entre vocês!
Cada equipe terá 15 minutos para executar esta atividade. Após o término, uma pessoa do grupo levará a obra feita e contar o motivo pelo qual fizeram.
Atividade 8
Dobradura de coração que pode ser usada para decorar cartões ou para ser o próprio cartão.
Material:
Papel espelho com proporções 4x1 (se tiver 4 cm de largura o comprimento deverá ser de 16 cm).
Tulipa de Origami
Você pode fazer em convitinhos para entregas às mães, usar como atividades para as crianças ou usar para decorar a igreja. Essas tulipas podem ser feitas em vários tamanhos, criando um ambiente em 3D nas paredes e ficando com um resultado muito bonito.
Brincadeiras entre Mães e Filhos
Elogios com o Nome:
Faça uma roda com todos sentados no chão: mães atrás dos filhos. Cada mãe deve ajudar seu filho a encontrar um elogio com a inicial do nome de um dos colegas, falando baixinho no ouvido.
Uma criança vai para o centro da roda e o líder escolhe uma outra criança. A criança se coloca de frente para ele e diz: "( fulano: nome do colega ) eu gosto de você por que você é..." e um adjetivo que comece com a mesma letra do nome da criança escolhida para ser elogiada. Depois dá de presente para a criança elogiada o coraçãozinho de papel ( ver Atividades ), junto com um abraço e volta ao seu lugar.
A criança que recebeu o elogio entrega à sua mãe o coração, dá um beijo e vai para o centro da roda recomeçar o jogo. Aquela que estava no centro da roda anteriormente, volta para seu lugar na roda e é abraçado por sua mãe, para que todos saibam que ela já brincou. No final todos aplaudem e voltam aos seus lugares.
Lembrancinhas
Flor de EVA: Pode-se colocar dentro das flores um bombom, colado com cola quente.As flores podem variar de cor de acordo com o gosto de cada um.O caule pode ser feito de arame grosso, daqueles usados para energia elétrica e então serem revestidos por tirinhas de papel crepom verde.
Calendário de EVA
Pinte com tinta apropriada de acordo com seu gosto. Não precisa ficar tão elaborado, mas que fique delicado e bem feito. Existem em papelarias canetinhas específicas que podem ser usadas para desenhar as partes pequenas ou dar um toque especial. Use palha para o ninho, cola quente ou de contato. Tire xérox das folhas do calendário. Você pode prendê-las também com percevejos ou colar somente a parte de cima.
GINCANA DE ESTAFETA
(pode-se fazer em família ou só com as mães ou só com a crianças)
Estafetas são jogos de revezamento realizados em equipe - atividades tipo "bate e volta" - onde, todos os elementos da equipe dispostos em colunas ou fileiras, deverão executar a mesma tarefa no menor tempo possível. Este tipo de atividade exige do participante atenção, agilidade, velocidade, coordenação motora ampla, raciocínio, espírito de equipe e cooperação.
Corrida de triciclo: o primeiro de cada equipe deverá pilotar um triciclo até um ponto e retornar, passa o triciclo para o próximo e segue até que todos tenham executado a tarefa.
Corrida de carriola: nesta prova os integrantes das equipes formarão duplas, um irá conduzir a carriola e o outro irá sentado sobre ela, a carriola deverá ser conduzida até um ponto prédeterminado, lá haverá a inversão do condutor com o passageiro, vencerá a equipe que completar a prova por primeiro.
Corrida da garçonete: o primeiro integrante de cada coluna deverá conduzir em suas mãos uma bandeja com três copinhos plásticos de café vazios até um balde com (papéis picados, espuma picada, bolinhas de isopor, etc.) que se encontra a uns 7 metros de distância, lá deverão encher os copinhos com o que há no balde e retornar até o ponto de partida despejando o conteúdo dentro de um outro balde que estará na largada. Ao executar a tarefa, passa para o próximo da coluna, a bandeja juntamente com os copos plásticos, este por sua vez irá executar a mesma tarefa. Será vencedora a equipe que conseguir encher o balde até a borda.
Corrida do saco em dupla: cada integrante da dupla deverá colocar uma de suas pernas dentro do saco de "estopa" e ao sinal do professor deverão correr ou saltitar juntos até um determinado ponto e retornar, passam o saco à próxima dupla da coluna para que executem a mesma tarefa.
Revezamento do arco: equipes divididas com a mesma quantidade de pessoas, todos os integrantes de mãos dadas deverão passar por dentro de um arco sem soltarem as mãos. Ganha a 1ª equipe a passar sem soltar as mãos. Caso a mão venha a ser solta, a equipe volta ao início da prova.
Corrida da Bexiga: em duplas correr até determinado local estourar a bexiga entre as barrigas e retornar, seguem até que todos tenham completado a prova.
Revezamento do tapete: cada equipe irá utilizar dois tapetes de papelão e deslocar-se até um local pré-determinado e retornar apenas pisando nos tapetes.
Corrente Humana: formam-se duas ou mais colunas com número igual de participantes. Ao sinal do recreador o primeiro terá que correr até um determinado ponto dar a volta em um cone, retornar, dar a mão para o próximo da coluna e fazer o mesmo trajeto sem soltarem as mãos. A atividade segue até que todos os integrantes da equipe de mãos dadas consigam dar a volta por detrás do cone e retornem ao ponto de partida.
Tempo: 10 minutos com cada criança.
Espaço: Sala de aula com colchonetes, berço ou trocador.
Idade: De 1 mês a 2 anos.
Material: Bexigas ou esponja macia e água.
Objetivos: Acalmar; desenvolver a consciência corporal; promover um sono tranqüilo; e estimular o vínculo afetivo entre educador e criança.
Descrição: Coloque um pouco de água em temperatura ambiente dentro de uma bexiga (não encher muito para não ficar pesada). Se o clima ajudar, deixe o bebê somente com a fralda em um local tranqüilo, com luz difusa e música suave. Passe a bexiga ou a esponja delicadamente pelo corpo dele, fazendo uma massagem suave com movimentos circulares.
Espaço: Sala de aula com colchonetes, berço ou trocador.
Idade: De 1 mês a 2 anos.
Material: Bexigas ou esponja macia e água.
Objetivos: Acalmar; desenvolver a consciência corporal; promover um sono tranqüilo; e estimular o vínculo afetivo entre educador e criança.
Descrição: Coloque um pouco de água em temperatura ambiente dentro de uma bexiga (não encher muito para não ficar pesada). Se o clima ajudar, deixe o bebê somente com a fralda em um local tranqüilo, com luz difusa e música suave. Passe a bexiga ou a esponja delicadamente pelo corpo dele, fazendo uma massagem suave com movimentos circulares.
terça-feira, 26 de abril de 2011
PROJETO: DIA DAS MÃES
DURAÇÃO: 1 SEMANA.
JUSTIFICATIVA: O tema Dia das Mães realmente é maravilhoso para se trabalhar, não há aquela criança que não fique empolgada quando fala da mamãe. Porém não podemos nos esquecer que entre nossos alunos sempre tem um ou outro que não mora com a mãe, sendo responsabilidade da avó ou da tia, ou até mesmo de outras pessoas. Cabe a nós motivarmos nossas crianças e lhes mostrar motivos para participarem do projeto.
OBJETIVO: Sensibilizar os alunos sobre a importância de comemorarmos o dia das mães.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
· Reconhecer a importância da figura da mãe no desenvolvimento do caráter humano;
· Proporcionar momentos de reflexão sobre os diversos contextos familiares;
· Promover e estimular a linguagem oral;
· Estabelecer e ampliar as relações sociais;
· Estimular a afetividade entre as crianças a as mães;
· Desenvolver atenção e a criatividade;
· Praticar a coordenação motora fina e ampla;
· Desenvolver a expressão corporal;
· Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamento, desejos e necessidades;
·Desenvolver a leitura através da visualização de figuras.
CONTEÚDOS:
·Data comemorativa – dia das mães;
DURAÇÃO: 1 SEMANA.
JUSTIFICATIVA: O tema Dia das Mães realmente é maravilhoso para se trabalhar, não há aquela criança que não fique empolgada quando fala da mamãe. Porém não podemos nos esquecer que entre nossos alunos sempre tem um ou outro que não mora com a mãe, sendo responsabilidade da avó ou da tia, ou até mesmo de outras pessoas. Cabe a nós motivarmos nossas crianças e lhes mostrar motivos para participarem do projeto.
OBJETIVO: Sensibilizar os alunos sobre a importância de comemorarmos o dia das mães.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
· Reconhecer a importância da figura da mãe no desenvolvimento do caráter humano;
· Proporcionar momentos de reflexão sobre os diversos contextos familiares;
· Promover e estimular a linguagem oral;
· Estabelecer e ampliar as relações sociais;
· Estimular a afetividade entre as crianças a as mães;
· Desenvolver atenção e a criatividade;
· Praticar a coordenação motora fina e ampla;
· Desenvolver a expressão corporal;
· Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamento, desejos e necessidades;
·Desenvolver a leitura através da visualização de figuras.
CONTEÚDOS:
·Data comemorativa – dia das mães;
·Corpo Humano;
·Família;
· Motricidade fina e ampla;
· Expressões gráficas: desenho, pintura, montagem, colagem, noção de limite na folha;
· Expressão corporal;
· Historinhas;
. Criatividade, imaginação e dramatização.
. Música e ritmo;
. Socialização;
METODOLOGIA:
. Conversa informal sobre o Dia das Mães;
·Família na escola, participando de oficinas de culinária, hora do conto, rodas cantadas e brincadeiras;
·Hora do Conto: Se as coisas fossem mães;
· Motricidade fina e ampla;
· Expressões gráficas: desenho, pintura, montagem, colagem, noção de limite na folha;
· Expressão corporal;
· Historinhas;
. Criatividade, imaginação e dramatização.
. Música e ritmo;
. Socialização;
METODOLOGIA:
. Conversa informal sobre o Dia das Mães;
·Família na escola, participando de oficinas de culinária, hora do conto, rodas cantadas e brincadeiras;
·Hora do Conto: Se as coisas fossem mães;
·Confecção de cartão;
·Confecção de presente;
·Na rodinha, identificar a foto/ nome da mãe;
·Confecção de mural com as fotos das mães;
·Brincar de filhinho e mamãe/ panelinhas/ bonecas;
·Ensaio para apresentação;
·Homenagem as mães/ apresentações/ dinâmicas;
·Pintura com tinta;
·Colorir com giz;
·Dobraduras;
·Cantar musiquinhas;
· Construir mural homenageando as mães;
·Tema de casa: enfeitar o corpo do aluno, desenhado em papel pardo, utilizando materiais diversos. Exposição no dia 07/05;
·Trabalhar com os alunos os membros da família, árvore genealógica;
CULMINÂNCIA: festas em homenagem as mães.
AVALIAÇÃO: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades.
AVALIAÇÃO: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades.
terça-feira, 29 de março de 2011
Reunião de Pais e Professores
SUGESTÃO DE TEXTO- MENSAGEM
Havia aldeia pequena onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos.
Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas as outras na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, o que o fez o menino procurou a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro...e outro...até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos.
Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas as outras na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, o que o fez o menino procurou a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro...e outro...até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Aceite meu floquinho como prova do meu carinho, pois é assim que pretendo conduzir meu trabalho, neste ano de 2008. Neste ano, quero dividir com você a responsabilidade de educar.
Um grande abraço Profe
Quando você pensou que eu não estava olhando
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você afixando minha primeira pintura na porta da geladeira e quis fazer mais uma.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você afixando minha primeira pintura na porta da geladeira e quis fazer mais uma.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi você fazer o meu bolo preferido e entendi como pequenas coisas se tornam especiais.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vivocê recitar uma prece e acreditei que existe um Deus a quem eu poderia me dirigir.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu vi lágrimas escorrerem em seus olhos e aprendi que algumas coisas ferem e magoam, mas que não há problema em chorar.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu percebi que você se importava comigo e resolvi dar o máximo de mim.
Quando você pensou que eu não estava olhando, eu olhava... E, como seu filho, quero agradecer por todas as coisas que vi quando você pensou que eu não estava olhando.
A SOMA DOS TALENTOS
SE A NOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA NOTA QUE FAZ UMA MÚSICA.”
… NÃO HAVERIA SINFONIA.
SE A PALAVRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PALAVRA QUE PODE FAZER UMA PÁGINA.”
… NÃO HAVERIA LIVRO.
SE A PEDRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PEDRA QUE PODE MONTAR UMA PAREDE.”
…NÃO HAVERIA CASA.
SE A GOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA GOTA DE ÁGUA QUE FAZ O RIO.”
…NÃO HAVERIA O OCEANO.
SE O GRÃO DE TRIGO DISSESSE:
“NÃO É O GRÃO QUE PODE SEMEAR O CAMPO.”
…NÃO HAVERIA COLHEITA.
SE O HOMEM DISSESSE:
“NÃO É UM GESTO DE AMOR QUE PODE SALVAR A HUMANIDADE.”
JAMAIS HAVERIA JUSTIÇA E PAZ, DIGNIDADE E FELICIDADE NA TERRA DOS HOMENS.
COMO A SINFONIA PRECISA DE CADA NOTA,
COMO O LIVRO PRECISA DE CADA PALAVRA,
COMO A CASA PRECISA DE CADA PEDRA,
COMO A COLHEITA PRECISA DE CADA GRÃO DE TRIGO,
A HUMANIDADE INTEIRA PRECISA DE TI,
ONDE ESTIVERES, ÚNICO E, PORTANTO, INSUBSTITUÍVEL.
COMO O FUTURO DO NOSSO PAÍS, PRECISA DA EDUCAÇÃO,
A FAMÍLIA E ESCOLA PRECISAM ESTAR JUNTAS, PARA
COMPARTILHAREM A ALEGRIA DO SUCESSO.
OBRIGADO POR ESTAREM CONOSCO, SOMANDO TALENTOS, MULTIPLICANDO SORRISOS, COMPARTILHANDO ALEGRIAS.
O NÓ DO AFETO
Eloi Zanetti
Era um reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos ‘ouçam’ o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?
Girassóis e Miosótis
O girassol é flor raçuda,
que enfrenta até a mais violenta intempérie
e acaba sobrevivendo.
Ela quer luz e espaço e em busca desses
objetivos, seu corpo se contorse o dia inteiro.
O girassol aprendeu a viver com o sol
e por isso é forte.
Já o miosótis é plantinha linda,
mas que exige muito mais cuidado.
Gosta mais de estufa.
O girassol se vira… e como se vira!
O miosótis quando se vira, vira errado.
Precisa de atenção redobrada.
Há filhos girassóis e filhos miosótis.
Os primeiros resistem a qualquer crise:
descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda.
As mães chegam a reclamar da independência
desses meninos e meninas, tal a sua capacidade
de enfrentar problemas e sair-se bem.
Por outro lado, há filhos e filhas miosótis,
que sempre precisam de atenção.
Todo cuidado é pouco diante deles.
Reagem desmesuradamente, melindram-se,
são mais egoístas que os demais, ou às vezes,
mais generosos e ao mesmo tempo tímidos,
caladões, encurralados.
Eles estão sempre precisando de cuidados.
O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro
que sabe das necessidades de cada flor,
incentiva ou poda na hora certa.
De qualquer modo fique atento.
Não abandone demais os seus girassóis
porque eles também precisam de carinho…
e não proteja demais os seus miosótis.
As rédeas permanecem com vocês…
mas também a tesoura e o regador.
Não negue, mas não dêem tudo que querem:
a falta e o excesso de cuidados matam a planta…
* Autoria de José Fernandes de Oliveira“ Pe. Zezinho”
Semeando Grãos
Alseni das Chagas Vieira Lima
Cuida-se da semente, observando o solo onde será plantada.
Cuida-se da semente afofando a terra, depositando-a lentamente no chão, como se estivesse depositando ali um tesouro.
Cuida-se da semente, cercando-a de toda a atenção necessária à germinação…
Cuida-se então da plantinha, germinada, para que ao crescer dê flores que encantem aos mais exigentes observadores…
Cuida-se da planta florida, para que seus frutos sejam tenros, saborosos…
Cuida-se ainda, para que o fruto tenha em seu interior a continuidade da vida:
A SEMENTE.
Sejamos pois, sementes, quando queremos perpetuar
o que há de melhor em nós.
Sejamos flores, quando e onde estivermos e houver necessidade do perfume do otimismo e do encantamento.
Sejamos frutos quando encontrarmos outro ser humano carente de atenção e carinho, alimentando-o com nossa presença amiga.
Sejamos pois, seres humanos em todos os sentidos para que a nossa simples presença possa brotar em cada aflito a possibilidade de uma saída;
em cada pessimista a esperança adormecida; em cada um o dom de ser a cada dia mais feliz.
JUNTOS CONSTRUÍMOS
Um colocava o tijolo,
Outro passava a massa.
Um era desesperança,
Outro levava esperança.
Um fugia do futuro,
Outro contava o presente.
Um queria parar,
Outro ajudava a andar.
Assim, trabalhando,
Juntos seguiam.
Forças somadas,
Trabalhos divididos,
Destinos confundidos.
Juntos seguiam
Assim trabalhando.
Olhei os dois pedreiros:
Um pondo o tijolo.
Outro alisando a massa.
Um remoendo tristezas,
Outro descobrindo alegrias.
Os dois trabalhando.
Construindo juntos.
E a casa subindo… subindo.
Casa pronta. Beleza de casa!
Os dois se abraçam:
- Não foi fácil?
- Fácil porque você me fazia
andar quando eu queria parar.
- Obrigado companheiro.
Afinal,
JUNTOS CONSTRUÍMOS!
O PRINCIPAL NA VIDA…
Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia: entre e apanhe tudo que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porem, de uma coisa: depois que você sair a porta se fechara para sempre, portanto aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal…
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente.
“Você só tem oito minutos.”
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou… Lembrou-se, então que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!!!
O mesmo acontece, às vezes, conosco.
Temos uns oitenta anos para viver neste mundo e somos advertidos: “Não se esqueça do Principal!…
E o principal são os valores:
Espirituais,
A oração,
A vigilância,
A família,
Os amigos,
a vida!…
Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais os fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado…
Assim, esgotamos o nosso tempo aqui e deixamos de lado o essencial:
“os tesouros da alma!”
Que jamais nos esqueçamos:
A vida, neste mundo, passa rápido e a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós de nada valerão as lamentações. Portanto, que jamais esqueçamos do principal!
Se Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?
AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM
Se as crianças vivem em meio a críticas, aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos
.Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.
(Dorothy Law Nolte)
Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos
.Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.
(Dorothy Law Nolte)
E você? O que está ensinando a seu filho? Vamos refletir?
ANTES QUE ELES CRESÇAM
Affonso Romano de Sant’Anna
Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”.
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”.
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
texto para reunião de pais
uma dica é realizar dinâmicas em parceria com as disciplinas escolares,
sendo esta uma ótima oportunidade para mostrar-lhes como o trabalho é
realizado, inclusive, junto a seus filhos.
sugiro que inicie pela disciplina “artes”, assim eles terão a oportunidade de se soltar e se sentir mais à vontade para desempenhar as demais
atividades.
sendo esta uma ótima oportunidade para mostrar-lhes como o trabalho é
realizado, inclusive, junto a seus filhos.
sugiro que inicie pela disciplina “artes”, assim eles terão a oportunidade de se soltar e se sentir mais à vontade para desempenhar as demais
atividades.
distribua duas folhas de papel sulfite e dois gizes de cera para cada pai e
mãe não importando a cor.
é aconselhável que se fixe a folha na carteira
com fita crepe para que esta não saia do lugar.
com fita crepe para que esta não saia do lugar.
em seguida peça para que segurem o giz, um em cada mão, e que se
mantenham com os olhos fechados.
mantenham com os olhos fechados.
eles deverão fazer movimentos circulares, com as duas mãos ao mesmo
tempo, no ritmo da música.
tempo, no ritmo da música.
o professor deverá preparar um pouporri intercalando músicas com ritmo agitado e lento.
enquanto os pais estiverem desenhando ao som da música, conduza-os para
que se soltem, para que entrem o ritmo da música enfim, para que viagem na atividade.
o objetivo desta dinâmica é justamente proporcionar o se sentir à vontade e feliz no ambiente escolar.
este sentimento abre as portas para uma parceria de sucesso.
que se soltem, para que entrem o ritmo da música enfim, para que viagem na atividade.
o objetivo desta dinâmica é justamente proporcionar o se sentir à vontade e feliz no ambiente escolar.
este sentimento abre as portas para uma parceria de sucesso.
(texto adaptado pelo professor francisco jaegge)
***
este texto mostra que devemos apenas auxiliar as crianças e não fazer por elas, tudo que é feito pelo aluno tem mais valor.
um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou orestante do casulo.
a borboleta então saiu facilmente. mas seu corpoestava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
o homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.
nada aconteceu!na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
ela nunca foi capaz de voar.
o que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. se deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados.
nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
nós nunca poderíamos voar...
A diferença
“Era uma vez um escritor, que morava numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele passeava na beira-mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma, e jogando de volta ao oceano.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou o escritor.
- Você não vê? – Disse o jovem.
– A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.
- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas do mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
- Para essa, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir nem sequer escrever. De manhãzinha foi a praia, reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas no mar de volta ao oceano”
Sejamos portanto, mais um dos que querem fazer a diferença, dos que querem construir uma sociedade melhor.
Sejamos a diferença!
“Era uma vez um escritor, que morava numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele passeava na beira-mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma, e jogando de volta ao oceano.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou o escritor.
- Você não vê? – Disse o jovem.
– A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.
- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas do mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
- Para essa, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir nem sequer escrever. De manhãzinha foi a praia, reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas no mar de volta ao oceano”
Sejamos portanto, mais um dos que querem fazer a diferença, dos que querem construir uma sociedade melhor.
Sejamos a diferença!
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